"O chá importado é muito bom, apesar de ter um preço maior. Existem vários sabores e alguns são muito inusitados, como o de baunilha", diz. Aliás, muitas empresas têm investido na diversificação dos chás e na tendência de torná-los mais atraentes enquanto produtos.
É o caso da Tea Shop, uma loja de chá fresco a granel que surgiu na Espanha em meados dos anos 80 e hoje tem quase 100 lojas em seis países. De acordo com a assessoria da empresa, todos os produtos são elaborados com os melhores ingredientes e todo o processo é cuidadosamente supervisionado. A Tea Shop possui mais de 100 variedades de chás e infusões, além de xícaras e acessórios.
A loja disponibiliza uma vitrine completa de mesclas à escolha do consumidor, com opções por funcionalidade (digestivo, antioxidante, relaxante, energizante etc.), de acordo com a individualidade de cada apaixonado por chá (grávidas, veganos, crianças, idosos e outras). O público feminino (75%), com idade entre 18-30 anos e 31-40 anos, é o principal consumidor da marca. Isso mostra que beber chá não é só "coisa de vó".
A Tea Shop segue um padrão em todos os aspectos, desde o visual de loja, até mix de produtos. "Nosso maior desafio no Brasil é estimular a cultura do chá, que é muito forte na Europa e no Oriente. Estamos observando uma resposta muito positiva neste sentido".